![]() |
| Imagem: ilustrativa / redes sociais |
A possibilidade de um novo tratamento para pacientes acamados da rede pública entrou em discussão na Câmara de Catanduvas. Vereadores apresentaram uma indicação para que o município estude a implantação da laserterapia de baixa intensidade como terapia complementar no cuidado de pessoas com escaras, lesões que podem causar dor intensa e complicações graves.
A indicação foi apresentada pelos vereadores André (Deco) Atz, Eloi Paviani e Odair (Shazan) Gabrielli, que solicitam ao Poder Executivo um estudo de viabilidade técnica, orçamentária e operacional para adoção da tecnologia. A proposta mira especialmente pacientes com mobilidade reduzida, muitos deles idosos, que convivem com dores intensas, risco de infecções e tratamentos prolongados.
De acordo com a justificativa, a laserterapia atua na regeneração dos tecidos, auxiliando na cicatrização das feridas, reduzindo inflamações e ajudando no controle da dor. A expectativa é que, com um tratamento complementar mais eficiente, haja melhora na qualidade de vida dos pacientes e redução no tempo necessário para recuperação.
Outro ponto destacado no pedido é a possibilidade de atendimento domiciliar. Como os equipamentos são portáteis, a terapia poderia ser levada até a casa dos pacientes por equipes da Estratégia Saúde da Família, evitando deslocamentos desgastantes para pessoas em condição de fragilidade e tornando o atendimento mais humanizado.
Os vereadores também argumentam que a medida pode representar economia ao sistema público de saúde a longo prazo, com redução de internações, menor uso prolongado de curativos e diminuição de complicações clínicas.







