quarta-feira, 27 de maio de 2026

Sicredi e Visa realizam ação para a Copa do Mundo da FIFA™












Com a proximidade da Copa do Mundo da FIFA™, que promete ser a maior da história com 48 seleções e 104 jogos, o Sicredi e a Visa, líder mundial em pagamentos digitais e parceira mundial da FIFA, anunciam o lançamento da campanha promocional “É ter com quem torcer”. A iniciativa incentiva o uso dos cartões Sicredi Visa ao oferecer aos associados a oportunidade de juntar selos e trocar por itens oficiais da adidas e FIFA, além de cartões pré-pagos no valor de R$ 10 mil.

Para o mundial de 2026, a promoção propõe transformar os pagamentos do dia a dia em oportunidades reais de premiação, unindo a conveniência dos pagamentos digitais à expectativa para o maior torneio de futebol do mundo. Ao utilizar os cartões Sicredi Visa cadastrados em compras rotineiras, os associados acumulam chances de ganhar, integrando a segurança das soluções de pagamento da Visa à estratégia do Sicredi de recompensar a fidelidade de sua base.


Promoção junte, ganhe e concorra

A promoção é válida até 31 de agosto de 2026 e contempla associados do Sicredi pessoas físicas (PF) e jurídicas (PJ) que utilizam a modalidade crédito. A dinâmica foi estruturada em dois pilares:

● Junte e Troque: a cada R$ 100 acumulados em compras, o associado ganha 1 selo. Ao atingir as metas estabelecidas, os associados podem resgatar itens da adidas e da FIFA temáticos do mundial, com limite de uma unidade de cada item por CPF ou CNPJ.

● Sorteios de R$ 10 mil: além dos brindes, cada R$ 100 acumulados em compras gera um número da sorte para concorrer a cartões pré-pagos no valor de R$ 10 mil cada. Os sorteios serão realizados em dois momentos: maio e agosto de 2026.

● Game: ao se cadastrar na promoção, o associado participa também do Game Goleada Premiada, gerando ainda mais chances de ganhar prêmios. Cada selo ganho dá direito a uma jogada valendo prêmios em dinheiro e itens da adidas.

Para participar, o associado titular do cartão deve realizar o cadastro no hotsite da campanha www.sicredi.com.br/etercomquemtorcer, sendo que cartões adicionais e virtuais são vinculados automaticamente.

A trajetória conjunta entre Sicredi e Visa em eventos da FIFA compreende as edições da Copa do Mundo da FIFA™ de 2014, 2018, 2022 e a Copa do Mundo Feminina da FIFA™ de 2023. “A Copa do Mundo da FIFA™ é um grande evento para muitos brasileiros e se conecta com nossa marca por trazer o espírito de coletividade. Estamos muito empolgados por, em mais uma parceria com a Visa, beneficiarmos nossos associados a partir do uso rotineiro dos seus cartões nas suas necessidades do dia a dia”, diz Thiago Rossoni, diretor executivo de Produtos e Serviços do Sicredi.

“A Copa do Mundo da FIFA™ é um momento de conexão, emoção e união, valores que estão no DNA da Visa. A parceria com o Sicredi reforça esse propósito ao levar benefícios concretos aos associados, celebrando o futebol e mostrando como a tecnologia pode aproximar pessoas e tornar cada pagamento uma oportunidade de viver esse momento de forma ainda mais especial.”, afirma Carla Mita, vice-presidente de Marketing da Visa do Brasil.

Vereador cobra respostas sobre reunião com produtores, BRF e sensores de glicemia

















Da agricultura à saúde pública, passando por negociações envolvendo patrimônio municipal, três pedidos de informação apresentados na Câmara de Catanduvas buscam esclarecimentos sobre temas que impactam diretamente a população. O vereador Marcello Andrades protocolou solicitações cobrando detalhes sobre a prometida reunião com produtores rurais, as tratativas entre o município e a BRF para uma possível permuta de terrenos e a compra de sensores de glicemia para pacientes diabéticos.

Um dos pedidos trata da expectativa dos produtores rurais em relação a um encontro que teria sido anunciado pela administração municipal para discutir ações e programas voltados ao setor. Marcello Andrades solicita informações sobre a definição de data, horário e local da reunião, além dos motivos para eventual demora no agendamento, caso ela ainda não tenha sido oficialmente marcada.

O requerimento também questiona qual será a pauta do encontro e se haverá participação dos vereadores interessados em acompanhar as discussões. Segundo a justificativa, a agricultura segue como um dos pilares da economia local, e o diálogo direto com os produtores é visto como essencial para levantar demandas relacionadas a estradas, incentivos, patrulha mecanizada e outras necessidades do campo.

Outro pedido mira as negociações entre o município e a BRF envolvendo uma possível troca de terrenos. O vereador quer saber em que fase estão as tratativas, quais áreas estão sendo analisadas, se já existem estudos ou minutas em andamento e qual a previsão para que um eventual projeto de autorização chegue à Câmara.

Por envolver patrimônio público e uma das principais empresas instaladas em Catanduvas, a solicitação busca ampliar a transparência sobre uma negociação que pode ter reflexos econômicos e urbanísticos para o município. O pedido também questiona quais benefícios concretos a eventual permuta poderia trazer tanto para a cidade quanto para a atividade industrial.

A terceira solicitação trata da compra de sensores de glicemia destinados a pacientes com diabetes, cuja aquisição, segundo o pedido, depende de recursos já repassados pelo Legislativo ao Executivo com essa finalidade. Marcello Andrades solicita informações sobre a fase atual do processo de compra, previsão de entrega, pendências existentes e os motivos para eventual demora na conclusão do procedimento.

A justificativa destaca que o monitoramento contínuo da glicemia pode contribuir diretamente para a prevenção de complicações graves de saúde e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Com os recursos já destinados, o pedido busca esclarecer à população em que estágio está a aquisição e quando os equipamentos poderão, de fato, começar a ser disponibilizados pela rede municipal.

Luan Ribeiro / Assessoria de Imprensa


Pedido de vereador quer abrir acesso entre Rua Ipê e Coronel Rupp


















Uma área que deveria servir à circulação de veículos no centro de Catanduvas pode voltar a cumprir sua função original. Um pedido apresentado na Câmara de Vereadores propõe a abertura definitiva da ligação entre a Rua Ipê e a Avenida Coronel Rupp, em um trecho atualmente utilizado como estacionamento privativo, com a expectativa de melhorar o fluxo do trânsito e ampliar as rotas de deslocamento na região central.












A proposta pede que a Prefeitura, por meio da Secretaria de Infraestrutura, Obras e Urbanismo e do Órgão Catanduvense de Trânsito (ORCATRAN), avalie e execute a abertura da via, permitindo a circulação normal de veículos em um ponto considerado estratégico para a mobilidade urbana da região central.

Segundo a justificativa apresentada, o trecho representa a continuidade natural da Rua Ipê, mas hoje permanece sem uso público para circulação, o que limita opções de deslocamento e concentra o fluxo em vias próximas. Com a abertura da ligação, a expectativa é criar uma nova rota de escoamento, reduzindo congestionamentos pontuais e facilitando o acesso entre diferentes pontos da cidade.

No entendimento do vereador Neilor Baldi, a medida atende a uma reivindicação antiga de motoristas e moradores que convivem com dificuldades de circulação naquela área. A reorganização do trânsito também pode trazer mais segurança, ao distribuir melhor o fluxo de veículos e diminuir a sobrecarga em acessos já bastante utilizados.

Luan Ribeiro / Assessoria de Imprensa


terça-feira, 26 de maio de 2026

Vereadores solicitam informações sobre os convênios da Prefeitura em 2026
















Dinheiro público destinado a entidades e instituições conveniadas com o município entrou no centro de um pedido de fiscalização apresentado na Câmara de Catanduvas. Os vereadores Gerson (Mano) Magnabosco e Marcelo Bandeira protocolaram uma solicitação de informações para obter um panorama completo sobre convênios, termos de colaboração, auxílios financeiros e demais parcerias mantidas pela Prefeitura ao longo de 2026.

O pedido busca reunir desde a relação completa das entidades beneficiadas até documentos detalhados sobre os repasses realizados. Entre os alvos da solicitação estão instituições como APAE, Patronato, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, associações e demais organizações que recebem recursos públicos municipais.

Além da lista de convênios e cópias integrais dos instrumentos firmados, os vereadores querem acesso aos valores previstos para cada parceria, cronograma oficial de pagamentos, datas dos repasses já realizados e eventuais saldos pendentes. A intenção é verificar se os compromissos financeiros assumidos pelo município estão sendo cumpridos dentro do planejamento estabelecido.

Outro ponto do pedido envolve a regularidade das entidades conveniadas. Os parlamentares solicitam informações sobre prestações de contas, validade de certidões e demais exigências legais necessárias para manutenção dos repasses públicos. Também foi solicitado o envio das prestações de contas já apresentadas pelas instituições ao longo do exercício.

A fiscalização também alcança o acompanhamento interno da administração municipal. Gerson (Mano) Magnabosco e Marcelo Bandeira pedem esclarecimentos sobre qual secretaria é responsável por cada convênio, se há servidores ou comissões designadas para fiscalização e se existem relatórios de acompanhamento formal dessas parcerias.

O requerimento ainda questiona se houve atrasos, suspensões de pagamentos ou qualquer irregularidade envolvendo os convênios em 2026, além de possíveis apontamentos feitos por órgãos de controle, como o Controle Interno ou o Tribunal de Contas. Segundo a justificativa, a proposta busca garantir transparência na aplicação dos recursos públicos e fortalecer a função fiscalizadora do Poder Legislativo sobre verbas repassadas a entidades que prestam serviços à comunidade.

Luan Ribeiro / Assessoria de Imprensa

Vereador propõe ensiladeira para apoiar agricultura local















A rotina no campo muitas vezes depende de equipamentos que fazem a diferença entre manter a produção em dia ou enfrentar prejuízos. Pensando nessa realidade, um pedido apresentado na Câmara de Catanduvas propõe que o município adquira uma máquina ensiladeira para atender produtores rurais das comunidades do interior.

A indicação apresentada pelo vereador Eloi Paviani defende que o equipamento seja disponibilizado por meio da estrutura da administração municipal, com apoio da secretaria competente, como forma de ampliar o suporte ao setor agrícola e pecuário do município.

A produção de silagem é considerada uma etapa essencial para garantir alimentação ao rebanho, especialmente em períodos em que as pastagens naturais diminuem, como no inverno ou durante estiagens. Sem esse processo, muitos produtores enfrentam dificuldades para manter a qualidade nutricional da alimentação animal, o que pode impactar diretamente a produtividade.

Segundo a justificativa do pedido, pequenos produtores são os mais afetados, já que muitas vezes dependem do aluguel de maquinário particular, o que aumenta os custos da atividade. A disponibilização de uma ensiladeira pública poderia reduzir despesas operacionais e oferecer mais agilidade durante o período de preparo e armazenamento do alimento para o gado.

No pedido, Eloi Paviani argumenta ainda que o investimento pode trazer reflexos positivos para a agricultura familiar, fortalecendo a permanência das famílias no campo e dando mais sustentabilidade econômica às propriedades rurais. A medida também pode contribuir para a pecuária leiteira e de corte, atividades que têm peso importante na economia local.

Luan Ribeiro / Assessoria de Imprensa

Câmara aprova mudanças na educação, gestão e crédito escolar















A sessão da Câmara de Vereadores de Catanduvas teve uma pauta com impacto direto em diferentes áreas da administração pública, da educação à estrutura interna do município. Em votação, os vereadores aprovaram projetos que alteram regras do magistério, reorganizam funções administrativas, atualizam a Lei Orgânica e prestam homenagem a uma entidade tradicional do município.

Entre os projetos aprovados está o Projeto de Lei Complementar nº 107/2026, que promove alterações no Plano de Carreira do Magistério Público Municipal. O projeto foi aprovado por maioria, com o vereador Eloi Paviani votando contra, alegando que seguiu o parecer jurídico. A proposta busca reorganizar a estrutura da rede de ensino, com foco no fortalecimento da educação inclusiva, especialmente no Atendimento Educacional Especializado (AEE), voltado a alunos com deficiência, transtornos do desenvolvimento e altas habilidades.

O projeto foi aprovado com uma emenda aditiva e três emendas modificativas – todas por unanimidade, que estão disponíveis para consulta no site oficial do Legislativo.

Também recebeu aprovação o Projeto de Lei Complementar nº 110/2026, que altera a estrutura administrativa do município com a criação, extinção e atualização de funções especiais. Entre as novas funções estão monitores para transporte escolar e da APAE, além de cargos ligados ao controle patrimonial, gestão de máquinas da infraestrutura e agricultura, e apoio à gestão de dados de pessoal.

Segundo a justificativa do projeto, a proposta busca adequar a máquina pública às demandas atuais, com reorganização de atribuições e maior eficiência administrativa. O texto também atualiza valores de algumas gratificações e extingue funções que, segundo o Executivo, já não se mostram necessárias dentro da estrutura atual.

Os vereadores também aprovaram a Emenda à Lei Orgânica nº 001/2025, que promove alterações na Lei Orgânica do Município. A medida atualiza normas que funcionam como base legal da administração municipal e do funcionamento institucional do poder público local, adequando o texto às necessidades administrativas e legislativas atuais.

Outro item aprovado foi uma Moção de Aplausos à Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Catanduvas, em reconhecimento aos 40 anos de atuação da entidade. A homenagem, assinada por todos os vereadores da Casa, destaca a contribuição da CDL para o fortalecimento do comércio local, geração de empregos, incentivo ao empreendedorismo e participação no desenvolvimento econômico do município.

Luan Ribeiro / Assessoria de Imprensa


quinta-feira, 21 de maio de 2026

Decreto de alerta climático: o que muda na prática para Santa Catarina

Foto: Thiago Kaue / SecomGOVSC












Santa Catarina adotou um conjunto inédito de medidas preventivas para enfrentar eventos climáticos extremos. Com a assinatura do Decreto de Alerta Climático, o Estado passa a contar com pré-posicionamento de equipes em regiões vulneráveis, contratações preventivas de equipamentos e itens humanitários e, pela primeira vez, critérios objetivos que fixam prazo para decretos de situação de emergência ou calamidade pública.

A medida foi adotada diante do avanço das previsões do El Niño, fenômeno que tende a aumentar o volume de chuvas na Região Sul do país e elevar o risco de enchentes, deslizamentos e inundações. Conforme os meteorologistas da SDC, o momento atual ainda é de neutralidade climática, mas há 80% de probabilidade de início do fenômeno entre julho e agosto.

“Nós não temos certeza absoluta de como será o impacto do fenômeno. Mas, quando falamos de clima, o dever do poder público é muito claro: se preparar para o pior, trabalhando sempre para que o melhor aconteça”, afirmou o governador Jorginho Mello.

A medida tem caráter preventivo e não configura situação de emergência nem estado de calamidade pública. O objetivo é permitir a mobilização antecipada dos órgãos estaduais para ações de prevenção, monitoramento e resposta rápida diante de possíveis eventos extremos.

“O decreto se soma a ações em curso desde 2023, entre elas: limpeza de rios, desassoreamento, recuperação de barragens, fortalecimento da Defesa Civil e apoio aos municípios”, explicou o secretário de Estado da Proteção e Defesa Civil, Fabiano de Souza.

A seguir, as principais dúvidas sobre o que o decreto significa na prática.


Por que o governo decretou o alerta climático agora, se o El Niño ainda não chegou?

O decreto tem caráter preventivo. Segundo os meteorologistas da própria SDC, o momento atual é de neutralidade climática em Santa Catarina, com cerca de 80% de probabilidade de início do El Niño entre julho e agosto. A antecipação permite mobilizar equipes, fazer contratações preparatórias e posicionar recursos antes que os eventos extremos ocorram.


O decreto significa que Santa Catarina está em emergência?

Não. O próprio decreto é explícito ao dizer que o estado de alerta climático não configura situação de emergência nem estado de calamidade pública. Ele serve exclusivamente para mobilizar preventivamente os órgãos estaduais.


Quais são os indicadores para decretar emergência?

Uma das inovações do decreto é criar critérios objetivos que, se confirmados por relatório da SDC, obrigam o Estado a decretar situação de emergência em até 24 horas. São cinco gatilhos alternativos: 

Chuva acumulada acima de 80 mm em 24 horas ou 150 mm em 72 horas com danos verificáveis; 

Morte, desaparecimento ou desabrigamento simultâneo de 10 ou mais famílias em decorrência de enchente, deslizamento, inundação; 

Isolamento de comunidade, com interrupção de acesso viário, por período superior a 24 horas;

Interrupção de dois ou mais serviços essenciais em área com mais de 5 mil habitantes: fornecimento de energia elétrica por 48 horas; abastecimento de água potável por 24 horas; tráfego em estrada estadual ou federal que representa único acesso à cidade; funcionamento de unidade de saúde de referência regional;

Deslizamento de terra que atinja pelo menos 5 imóveis ou 100 metros de via; 

Alerta laranja (perigo) ou vermelho (perigo extremo) acompanhado de danos humanos ou à infraestrutura.

Caso qualquer um desses gatilhos seja confirmado por relatório da Secretaria da Proteção e Defesa Civil, o Governo do Estado deverá decretar situação de emergência em até 24 horas.


Qual a diferença entre situação de emergência e calamidade pública?

A diferença está na intensidade dos danos em relação à capacidade do município de responder. Na situação de emergência, o município precisa de apoio estadual e federal para superar os prejuízos. No estado de calamidade pública, o desastre é de tal magnitude que compromete o funcionamento das próprias instituições públicas, exigindo esforço coordenado entre as esferas municipal, estadual, federal e, em casos extremos, internacionais. O que define o enquadramento é o relatório circunstanciado referendado pelo titular da SDC.


Os municípios têm obrigações específicas durante o alerta?

Sim. Os municípios devem intensificar a limpeza de sistemas de drenagem; fazer vistorias preventivas em áreas de risco; manter atualizado o Plano Diretor, contemplando, sempre que aplicável, o mapeamento das áreas suscetíveis à ocorrência de deslizamentos ou inundações; revisar seus planos de contingência e se articular com a SDC. Devem ainda enviar relatórios à SDC em até 15 dias após a publicação do decreto e mensalmente enquanto ele vigorar.


Por quanto tempo o decreto vale?

A vigência inicial é de 180 dias, podendo ser prorrogada por períodos iguais enquanto persistirem as previsões meteorológicas desfavoráveis.


O que acontece se um município for atingido enquanto outro não for?

A decretação de emergência em uma área não revoga o estado de alerta climático nas demais regiões do estado, que permanecem sob monitoramento. Os processos administrativos com municípios em situação de emergência ou calamidade homologada terão tramitação prioritária nos órgãos estaduais


Qual é o papel central da Secretaria da Proteção e Defesa Civil?

Entre os efeitos imediatos previstos estão a convocação extraordinária do Comitê Estadual de Proteção e Defesa Civil, a intensificação do monitoramento meteorológico, hidrológico e geológico atividade já realizada de forma permanente pela Proteção e Defesa Civil, 24 horas por dia e sete dias por semana, além do pré-posicionamento de equipes, equipamentos e recursos materiais em áreas historicamente vulneráveis. Nas contratações, a SDC fica autorizada a contratar preventivamente equipamentos pesados, itens de assistência humanitária, abrigos temporários e serviços de comunicação emergencial. As demais secretarias e entidades participam do Comitê de Gestão de Crise, mas sob coordenação da SDC, que também é responsável por reportar semanalmente ao governador a evolução das condições climáticas.

O decreto ainda prevê mobilização de servidores estaduais para apoio às ações da Defesa Civil e autoriza o uso de recursos do Fundo Estadual de Proteção e Defesa Civil (Fundec) para custear medidas preventivas e operacionais.

Fonte: SECOM GOV SC

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