terça-feira, 26 de maio de 2026

Vereador propõe ensiladeira para apoiar agricultura local















A rotina no campo muitas vezes depende de equipamentos que fazem a diferença entre manter a produção em dia ou enfrentar prejuízos. Pensando nessa realidade, um pedido apresentado na Câmara de Catanduvas propõe que o município adquira uma máquina ensiladeira para atender produtores rurais das comunidades do interior.

A indicação apresentada pelo vereador Eloi Paviani defende que o equipamento seja disponibilizado por meio da estrutura da administração municipal, com apoio da secretaria competente, como forma de ampliar o suporte ao setor agrícola e pecuário do município.

A produção de silagem é considerada uma etapa essencial para garantir alimentação ao rebanho, especialmente em períodos em que as pastagens naturais diminuem, como no inverno ou durante estiagens. Sem esse processo, muitos produtores enfrentam dificuldades para manter a qualidade nutricional da alimentação animal, o que pode impactar diretamente a produtividade.

Segundo a justificativa do pedido, pequenos produtores são os mais afetados, já que muitas vezes dependem do aluguel de maquinário particular, o que aumenta os custos da atividade. A disponibilização de uma ensiladeira pública poderia reduzir despesas operacionais e oferecer mais agilidade durante o período de preparo e armazenamento do alimento para o gado.

No pedido, Eloi Paviani argumenta ainda que o investimento pode trazer reflexos positivos para a agricultura familiar, fortalecendo a permanência das famílias no campo e dando mais sustentabilidade econômica às propriedades rurais. A medida também pode contribuir para a pecuária leiteira e de corte, atividades que têm peso importante na economia local.

Luan Ribeiro / Assessoria de Imprensa

Câmara aprova mudanças na educação, gestão e crédito escolar















A sessão da Câmara de Vereadores de Catanduvas teve uma pauta com impacto direto em diferentes áreas da administração pública, da educação à estrutura interna do município. Em votação, os vereadores aprovaram projetos que alteram regras do magistério, reorganizam funções administrativas, atualizam a Lei Orgânica e prestam homenagem a uma entidade tradicional do município.

Entre os projetos aprovados está o Projeto de Lei Complementar nº 107/2026, que promove alterações no Plano de Carreira do Magistério Público Municipal. O projeto foi aprovado por maioria, com o vereador Eloi Paviani votando contra, alegando que seguiu o parecer jurídico. A proposta busca reorganizar a estrutura da rede de ensino, com foco no fortalecimento da educação inclusiva, especialmente no Atendimento Educacional Especializado (AEE), voltado a alunos com deficiência, transtornos do desenvolvimento e altas habilidades.

O projeto foi aprovado com uma emenda aditiva e três emendas modificativas – todas por unanimidade, que estão disponíveis para consulta no site oficial do Legislativo.

Também recebeu aprovação o Projeto de Lei Complementar nº 110/2026, que altera a estrutura administrativa do município com a criação, extinção e atualização de funções especiais. Entre as novas funções estão monitores para transporte escolar e da APAE, além de cargos ligados ao controle patrimonial, gestão de máquinas da infraestrutura e agricultura, e apoio à gestão de dados de pessoal.

Segundo a justificativa do projeto, a proposta busca adequar a máquina pública às demandas atuais, com reorganização de atribuições e maior eficiência administrativa. O texto também atualiza valores de algumas gratificações e extingue funções que, segundo o Executivo, já não se mostram necessárias dentro da estrutura atual.

Os vereadores também aprovaram a Emenda à Lei Orgânica nº 001/2025, que promove alterações na Lei Orgânica do Município. A medida atualiza normas que funcionam como base legal da administração municipal e do funcionamento institucional do poder público local, adequando o texto às necessidades administrativas e legislativas atuais.

Outro item aprovado foi uma Moção de Aplausos à Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Catanduvas, em reconhecimento aos 40 anos de atuação da entidade. A homenagem, assinada por todos os vereadores da Casa, destaca a contribuição da CDL para o fortalecimento do comércio local, geração de empregos, incentivo ao empreendedorismo e participação no desenvolvimento econômico do município.

Luan Ribeiro / Assessoria de Imprensa


quinta-feira, 21 de maio de 2026

Decreto de alerta climático: o que muda na prática para Santa Catarina

Foto: Thiago Kaue / SecomGOVSC












Santa Catarina adotou um conjunto inédito de medidas preventivas para enfrentar eventos climáticos extremos. Com a assinatura do Decreto de Alerta Climático, o Estado passa a contar com pré-posicionamento de equipes em regiões vulneráveis, contratações preventivas de equipamentos e itens humanitários e, pela primeira vez, critérios objetivos que fixam prazo para decretos de situação de emergência ou calamidade pública.

A medida foi adotada diante do avanço das previsões do El Niño, fenômeno que tende a aumentar o volume de chuvas na Região Sul do país e elevar o risco de enchentes, deslizamentos e inundações. Conforme os meteorologistas da SDC, o momento atual ainda é de neutralidade climática, mas há 80% de probabilidade de início do fenômeno entre julho e agosto.

“Nós não temos certeza absoluta de como será o impacto do fenômeno. Mas, quando falamos de clima, o dever do poder público é muito claro: se preparar para o pior, trabalhando sempre para que o melhor aconteça”, afirmou o governador Jorginho Mello.

A medida tem caráter preventivo e não configura situação de emergência nem estado de calamidade pública. O objetivo é permitir a mobilização antecipada dos órgãos estaduais para ações de prevenção, monitoramento e resposta rápida diante de possíveis eventos extremos.

“O decreto se soma a ações em curso desde 2023, entre elas: limpeza de rios, desassoreamento, recuperação de barragens, fortalecimento da Defesa Civil e apoio aos municípios”, explicou o secretário de Estado da Proteção e Defesa Civil, Fabiano de Souza.

A seguir, as principais dúvidas sobre o que o decreto significa na prática.


Por que o governo decretou o alerta climático agora, se o El Niño ainda não chegou?

O decreto tem caráter preventivo. Segundo os meteorologistas da própria SDC, o momento atual é de neutralidade climática em Santa Catarina, com cerca de 80% de probabilidade de início do El Niño entre julho e agosto. A antecipação permite mobilizar equipes, fazer contratações preparatórias e posicionar recursos antes que os eventos extremos ocorram.


O decreto significa que Santa Catarina está em emergência?

Não. O próprio decreto é explícito ao dizer que o estado de alerta climático não configura situação de emergência nem estado de calamidade pública. Ele serve exclusivamente para mobilizar preventivamente os órgãos estaduais.


Quais são os indicadores para decretar emergência?

Uma das inovações do decreto é criar critérios objetivos que, se confirmados por relatório da SDC, obrigam o Estado a decretar situação de emergência em até 24 horas. São cinco gatilhos alternativos: 

Chuva acumulada acima de 80 mm em 24 horas ou 150 mm em 72 horas com danos verificáveis; 

Morte, desaparecimento ou desabrigamento simultâneo de 10 ou mais famílias em decorrência de enchente, deslizamento, inundação; 

Isolamento de comunidade, com interrupção de acesso viário, por período superior a 24 horas;

Interrupção de dois ou mais serviços essenciais em área com mais de 5 mil habitantes: fornecimento de energia elétrica por 48 horas; abastecimento de água potável por 24 horas; tráfego em estrada estadual ou federal que representa único acesso à cidade; funcionamento de unidade de saúde de referência regional;

Deslizamento de terra que atinja pelo menos 5 imóveis ou 100 metros de via; 

Alerta laranja (perigo) ou vermelho (perigo extremo) acompanhado de danos humanos ou à infraestrutura.

Caso qualquer um desses gatilhos seja confirmado por relatório da Secretaria da Proteção e Defesa Civil, o Governo do Estado deverá decretar situação de emergência em até 24 horas.


Qual a diferença entre situação de emergência e calamidade pública?

A diferença está na intensidade dos danos em relação à capacidade do município de responder. Na situação de emergência, o município precisa de apoio estadual e federal para superar os prejuízos. No estado de calamidade pública, o desastre é de tal magnitude que compromete o funcionamento das próprias instituições públicas, exigindo esforço coordenado entre as esferas municipal, estadual, federal e, em casos extremos, internacionais. O que define o enquadramento é o relatório circunstanciado referendado pelo titular da SDC.


Os municípios têm obrigações específicas durante o alerta?

Sim. Os municípios devem intensificar a limpeza de sistemas de drenagem; fazer vistorias preventivas em áreas de risco; manter atualizado o Plano Diretor, contemplando, sempre que aplicável, o mapeamento das áreas suscetíveis à ocorrência de deslizamentos ou inundações; revisar seus planos de contingência e se articular com a SDC. Devem ainda enviar relatórios à SDC em até 15 dias após a publicação do decreto e mensalmente enquanto ele vigorar.


Por quanto tempo o decreto vale?

A vigência inicial é de 180 dias, podendo ser prorrogada por períodos iguais enquanto persistirem as previsões meteorológicas desfavoráveis.


O que acontece se um município for atingido enquanto outro não for?

A decretação de emergência em uma área não revoga o estado de alerta climático nas demais regiões do estado, que permanecem sob monitoramento. Os processos administrativos com municípios em situação de emergência ou calamidade homologada terão tramitação prioritária nos órgãos estaduais


Qual é o papel central da Secretaria da Proteção e Defesa Civil?

Entre os efeitos imediatos previstos estão a convocação extraordinária do Comitê Estadual de Proteção e Defesa Civil, a intensificação do monitoramento meteorológico, hidrológico e geológico atividade já realizada de forma permanente pela Proteção e Defesa Civil, 24 horas por dia e sete dias por semana, além do pré-posicionamento de equipes, equipamentos e recursos materiais em áreas historicamente vulneráveis. Nas contratações, a SDC fica autorizada a contratar preventivamente equipamentos pesados, itens de assistência humanitária, abrigos temporários e serviços de comunicação emergencial. As demais secretarias e entidades participam do Comitê de Gestão de Crise, mas sob coordenação da SDC, que também é responsável por reportar semanalmente ao governador a evolução das condições climáticas.

O decreto ainda prevê mobilização de servidores estaduais para apoio às ações da Defesa Civil e autoriza o uso de recursos do Fundo Estadual de Proteção e Defesa Civil (Fundec) para custear medidas preventivas e operacionais.

Fonte: SECOM GOV SC

quarta-feira, 20 de maio de 2026

Polícia Civil prende quatro suspeitos de homicídio praticado em Capinzal

 














A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Investigação Criminal (DIC) de Joaçaba, deflagrou uma operação policial que resultou na prisão temporária de quatro indivíduos suspeitos de envolvimento no homicídio de Greguri Aron de Souza, de 32 anos. O crime ocorreu na madrugada do dia 3 de abril de 2026, no interior do município de Capinzal.

As prisões foram efetuadas de forma simultânea: dois investigados foram localizados e detidos na cidade de Capinzal e outros dois no município de Videira.

O Crime

O corpo da vítima foi localizado por volta das 5h30 da manhã do dia 3 de abril, em uma estrada de terra na comunidade de Fazenda Santo Antônio, a cerca de um quilômetro de um pesque-pague da região. Conforme os laudos periciais iniciais, a vítima apresentava um corte profundo na parte superior do crânio, marcas na região frontal da cabeça e lesões nos pulsos.

A Investigação e a Operação

O Inquérito Policial está sob a responsabilidade da DIC de Joaçaba. Após semanas de intensa investigação e coleta de elementos informativos, a Autoridade Policial representou pela prisão temporária dos suspeitos pelo prazo de 30 dias, medida que foi deferida pelo Poder Judiciário após parecer favorável do Ministério Público.

A operação de captura contou com o apoio fundamental da Delegacia de Investigação Criminal (DIC) de Videira e de outras unidades policiais integrantes da Delegacia Regional de Polícia (DRP) de Joaçaba.

"A ação coordenada e a rápida troca de informações entre as divisões de investigação foram cruciais para a localização e prisão dos suspeitos, dando uma resposta firme e célere a esse crime violento na região", destaca a coordenação da operação.

Encaminhamento

Após os procedimentos legais na delegacia, todos os quatro presos foram conduzidos ao Presídio Regional de Joaçaba, onde permanecerão à disposição da Justiça. As investigações prosseguem para o fechamento do inquérito e total elucidação da motivação e dinâmica do crime.

Frio intenso chega a Santa Catarina nesta quinta-feira com mínimas de -5°C

 Foto: Mycchel Legnaghi











O frio se intensifica em Santa Catarina nesta quinta-feira, 21, com a chegada de uma nova massa de ar polar. As mínimas ficam entre 2°C e 8°C na maior parte do estado, podendo chegar a valores entre -1°C e -5°C no Meio-Oeste, no Planalto Sul e no Planalto Norte.

A quarta-feira, 20, já começou com temperaturas baixas em Santa Catarina. No Planalto Sul, os municípios de São Joaquim e Bom Jardim da Serra registraram valores em torno de -4°C e geada no início da manhã. No Oeste, os termômetros marcaram entre 2°C e 7°C.

Na madrugada e manhã desta quinta-feira, 21, a massa de ar frio ganha força e os termômetros caem ainda mais. Nos Planaltos, no Grande Oeste e em pontos do Vale do Itajaí há condições para formação de geada no amanhecer, com municípios da Serra registrando temperaturas em torno de 0°C e marcas próximas de -5°C nas áreas mais altas. No Grande Oeste, no Alto Vale e no Planalto Norte o frio também será intenso, com mínimas entre 0°C e 5°C.


:: Confira as temperaturas mínimas e máximas por região

Extremo Oeste: 2°C a 18°C

Oeste: 2°C a 18°C

Meio-Oeste: -2°C a 16°C

Planalto Norte: -1°C a 16°C

Litoral Norte: 8°C a 20°C

Baixo e Médio Vale do Itajaí: 7°C a 19°C

Alto Vale do Itajaí: 1°C a 18°C

Grande Florianópolis: 7°C a 19°C

Grande Florianópolis Serrana: 2°C a 16°C

Planalto Sul: -5°C a 14°C

Litoral Sul: 4°C a 18°C


Frio perde intensidade na sexta-feira

A partir da manhã de sexta-feira, 22, o frio começa a perder força com o retorno da instabilidade a Santa Catarina. As temperaturas, no entanto, ainda ficam abaixo dos 10°C na maior parte do estado. No Planalto Sul e no Meio-Oeste, as mínimas ficam entre 0°C e 4°C, com possibilidade de valores negativos nos pontos mais altos. No restante do estado, as mínimas variam entre 5°C e 10°C, e no Litoral entre 8°C e 13°C.

Durante as tardes, o céu nublado impede a elevação das temperaturas, e as máximas não devem passar dos 15°C na maioria das regiões. No Litoral, os valores podem ficar um pouco acima. 


Mar fica muito agitado até sexta-feira

A Secretaria da Proteção e Defesa Civil de Santa Catarina (SDC/SC) também emitiu aviso para o Litoral catarinense. Do final da tarde desta quarta-feira, 20, até pelo menos a manhã de sexta-feira, 22, o mar fica muito agitado entre a Grande Florianópolis e o Litoral Sul, com ondas de sul/sudeste entre 2,0 e 3,0 metros e picos de até 3,5 m.

A agitação é causada pela aproximação de ondas geradas em alto mar (swell) por um ciclone extratropical. Essa condição mantém o risco de alagamentos costeiros em Florianópolis, Itajaí e no Litoral Sul durante o mesmo período.


Defesa Civil recomenda

No período de frio intenso, o risco é moderado para ocorrências associadas ao desconforto térmico, hipotermia e agravamento de doenças cardiorrespiratórias, com atenção especial à população mais vulnerável, como idosos, crianças e pessoas em situação de rua. Por isso, recomenda-se:

Agasalhar-se adequadamente e manter animais domésticos abrigados do frio;

Beber bastante água, mesmo com as temperaturas baixas;

Higienizar frequentemente as mãos e evitar locais com aglomeração de pessoas;

Evitar atividades de navegação, pesca, esportes marítimos e banho de mar, quando o mar estiver agitado.

Fonte: SECOM GOV SC

Vereadores querem explicações sobre uso do Odonto Móvel e iluminação

Imagem: ilustrativa













Do atendimento em saúde bucal à iluminação das ruas, dois serviços que impactam diretamente a rotina da população motivaram novos questionamentos na Câmara de Catanduvas. Os vereadores André (Deco) Atz, Odair (Shazan) Gabrielli, Ivacir (Fio) Moreira, Eloi Paviani, Gerson (Mano) Magnabosco, Marcelo Bandeira e Marcello Andrades apresentaram pedidos de informação cobrando esclarecimentos sobre a aparente situação de inatividade do Odonto Móvel e a execução do contrato de manutenção da iluminação pública no município.

No caso do Odonto Móvel, os vereadores querem entender por que a unidade de atendimento odontológico não está em funcionamento atualmente. O pedido questiona se há entraves técnicos, mecânicos ou burocráticos impedindo a operação do serviço, além de solicitar um histórico completo dos locais atendidos desde a aquisição ou última ativação do equipamento.

A solicitação também busca esclarecer se existe algum profissional contratado ou designado especificamente para atuar na unidade móvel. Conforme a justificativa apresentada, o serviço foi pensado para levar atendimento preventivo e clínico a escolas, empresas e comunidades, especialmente em regiões onde o acesso aos serviços de saúde pode ser mais limitado.

Além do papel fiscalizador da Câmara, o pedido busca esclarecer à população como um patrimônio público voltado à saúde está sendo utilizado. A retomada do serviço, caso viável, pode representar mais acesso a atendimentos odontológicos e ações preventivas, reduzindo deslocamentos e ampliando a cobertura da rede municipal.

Outro pedido protocolado pelo mesmo grupo de vereadores concentra-se no contrato de manutenção da iluminação pública. A solicitação pede uma série de documentos e informações sobre a execução do serviço, incluindo relatórios de vistorias noturnas e diurnas previstas no edital, planejamento de execução, relatórios de fiscalização e eventuais notificações feitas à empresa contratada.

Os sete vereadores também pedem detalhes sobre a estrutura operacional da prestadora de serviço, como localização da base de apoio e do almoxarifado, além de comprovações sobre a existência de estoque mínimo de materiais exigido contratualmente. Outro ponto solicitado envolve a execução financeira, com envio de cópias dos empenhos, valores pagos e liquidados desde o início da vigência do contrato.

Segundo a justificativa, a intenção é verificar se todas as obrigações previstas no contrato estão sendo cumpridas de forma adequada. 

Luan Ribeiro / Assessoria de Imprensa

terça-feira, 19 de maio de 2026

Segurança no trânsito motiva pedido em bairros e área escolar


















A segurança no trânsito em diferentes pontos de Catanduvas voltou à pauta da Câmara com um novo pedido voltado à prevenção de acidentes. Os vereadores Marcelo Bandeira, Eloi Paviani e Ivacir (Fio) Moreira solicitaram ao Executivo a instalação de redutores de velocidade, acompanhados da devida sinalização, em quatro vias do município consideradas críticas pelos moradores.

A solicitação contempla a Rua Breno Penteado, no Bairro Cardoso; Rua da Pátria, no Bairro Cidade Jardim; Rua Fritz Carl, nas proximidades da Escola Municipal Vitoldo Czech; e Rua Angelo Guerra, no Bairro Sayonara. Segundo a justificativa apresentada, o pedido nasce de reivindicações frequentes da comunidade, preocupada com o excesso de velocidade registrado nesses trechos.

De acordo com os vereadores Marcelo Bandeira, Eloi Paviani e Ivacir (Fio) Moreira, a falta de mecanismos de redução de velocidade aumenta o risco de colisões e atropelamentos, especialmente em vias com circulação constante de veículos e pedestres. Em bairros residenciais, a preocupação envolve principalmente a segurança de moradores, crianças e pessoas que transitam diariamente pelas ruas.

O ponto tratado como mais sensível no pedido é a Rua Fritz Carl, nas proximidades da Escola Municipal Vitoldo Czech. A movimentação intensa nos horários de entrada e saída das aulas, com presença de estudantes, pais e profissionais da educação, reforça a necessidade de medidas preventivas para reduzir riscos e organizar melhor o fluxo de veículos.

Luan Ribeiro / Assessoria de Imprensa

Vereador propõe ensiladeira para apoiar agricultura local

A rotina no campo muitas vezes depende de equipamentos que fazem a diferença entre manter a produção em dia ou enfrentar prejuízos. Pensando...