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| Foto: Caean Couto/Reuters |
Alisson, Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alex Sandro; Casemiro e Bruno Guimarães; Lucas Paquetá, Matheus Cunha, Vini Júnior e Raphinha. Carlo Ancelotti costuma confirmar a escalação para os jogadores somente na preleção, mas foi essa a formação treinada em todas as atividades da semana visando a estreia na Copa do Mundo, diante do Marrocos.
Nesta sexta, o treinador voltou a trabalhar muito bola parada e deu atenção especial às finalizações. O histórico da última semana, quando treinou com Leo Pereira e escalou Ibañez, indica precaução, mas é pouco provável que o Brasil tenha surpresas na abertura do Mundial. Neste cenário, serão oito remanescentes da vitória por 2 a 0 sobre a Sérvia na estreia na Copa do Catar. É um recorde entre uma Copa e outra.
Nos treinamentos, Ancelotti até testou variações, como Douglas Santos no lugar de Alex Sandro, e Igor Thiago na vaga de Cunha. Em outros momentos, Luiz Henrique foi testado na direita no lugar tanto de Cunha quanto de Paquetá. A indicação, porém, é de variação no decorrer dos jogos.
Carleto deu atenção especial para as bolas paradas ofensiva se defensivas nos últimos dias e falou da relevância deste tipo de jogada até mesmo em entrevista coletiva. Nos minutos finais desta sexta, colocou os atacantes para treinos de associação com finalização a partir da entrada da área.
O treinador ficou satisfeito com o volume de jogo no primeiro tempo da vitória sobre o Egito, a ocupação de espaços e a quantidade de jogadores que o Brasil atacava. Por outro lado, se incomodou com a falta de eficiência.
O Brasil estreia na Copa do Mundo neste sábado, às 19h (de Brasília), diante do Marrocos, pelo Grupo C. Haiti e Escócia completam a rodada da chave às 21h, em Boston.
Fonte: GE






